O SINTERP/BA.Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Rádios, Tvs e Publicidades no Estado da Bahia, no exercício dos direitos que lhe assiste em representar sua categoria, se solidariza com esses trabalhadores que passaram por uma verdadeira tortura física e psicológica no cumprimento do dever na profissão.
Nada justifica o ataque praticado por aqueles que se sentem injustiçados pelo governo, veículos de comunicação ou pela sociedade. Não fazemos as leis!
O sindicato enquanto representante legal da classe de trabalhadora, espera que após o episódio esses profissionais possam serem assistidos pelas empresas através de apoio moral, tratamentos psicológicos e perdas materiais.
Lamentavelmente este ataque contra profissionais da imprensa, não é o primeiro e muito menos será o último que sofrem os trabalhadores da comunicação no exercício da profissão. É óbvio que tudo isto não surgiu do acaso, mas sim, alimentado pelo modelo de jornalismo raivoso, sensacionalista de cunho policialesco, tristemente adotado pela maioria dos veículos de comunicação, como zona de refúgio e sustentação econômica na exploração da desgraça alheia e à caça da produção de conteúdo pela espontânea pressão.
Enquanto trabalhadores, somos tão vítimas quanto a sociedade que é marginalizada. Somos porta-vozes através das reportagens captadas nos microfones ou através das lentes das câmeras a levar as informações sem tomar partido ou interferências nos julgamentos.
Não nos confundam. Não à Lei da mordaça ou da intimidação à comunicação!!