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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Sinterp/BA alerta sobre o Setembro Amarelo


Pelos números oficiais, são 32 brasileiros mortos por dia, taxa superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer. Apesar de números tão alarmantes, o assunto ainda é tratado como tabu. Evita-se o assunto, o que só colabora para seu aumento dos casos, pois as pessoas muitas vezes não sabem que podem procurar ajuda.  A ideia é divulgar a causa intensamente durante o mês, já que no dia 10 é celebrado o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, tendo como parte fundamental a iluminação ou coloração de amarelo de locais, construções ou monumentos e, ainda, a colocação de laços amarelos nas fachadas de prédios públicos e privados para lembrarmos que devemos, sim, falar sobre a prevenção do suicídio. Em 2003 a OMS instituiu o dia 10 de setembro para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, e o amarelo do Mustang de Mike é a cor escolhida para representar este sentimento. A campanha adotou o Amarelo para colorir o movimento mundial e conscientizar a população sobre a realidade do suicídio, mostrando que existe prevenção em mais de 90% dos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde. O objetivo de reverter o crescimento das mortes por suicídio no Brasil deu início no ano de 2014 ao setembro Amarelo, um mês dedicado à prevenção ao suicídio. 

Muitas dessas mortes poderiam ser evitadas e ocorrem por conta de doenças psicológicas, como depressão e ansiedade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o documento da organização, a doença será o maior motivo de afastamento do trabalho no mundo, até 2020. No Brasil, cerca de 5,8% da população tem a doença, o que faz do país o campeão de casos na América Latina. O Sinterp, através de sua secretária de saúde, discriminação e mulher, Leane Aline, chama atenção dos seus associados e de toda a população baiana para a importância deste mês, levando em consideração os dados alarmantes: a doença mata 1 brasileiro a cada 45 minutos e 1 pessoa a cada 45 segundos em todo o mundo. “Precisamos desmistificar o assunto e tratá-lo com clareza, pois evitá-lo só colabora para aumentar os casos, pois as pessoas muitas vezes não sabem que podem procurar ajuda”, finalizou.


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