Notícias

Skip Navigation LinksHome > Notícias > PASSEATA EM SALVADOR RECHAÇA REFORMA TRABALHISTA NO DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO
sexta-feira, 10 de novembro de 2017

PASSEATA EM SALVADOR RECHAÇA REFORMA TRABALHISTA NO DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO


Trabalhadores e trabalhadoras de vários sindicatos e todas as centrais sindicais marcharam do Campo Grande à Praça Castro Alves, na manhã desta sexta-feira (10/11), o Dia Nacional de Mobilização contra a Reforma Trabalhista, que estará valendo a partir de amanhã em todo o território nacional.

As manifestações começaram desde cedo no Polo Petroquímico com a adesão voluntária de um número muito grande de trabalhadores  entre as 5h e as 10h da manhã.  Categorias como petroleiros, petroquímicos, metalúrgicos, correios, Chesf, COELBA, professores, servidores públicos federais, etc, paralisaram suas atividades neste dia. As cidades de Juazeiro, Paulo Afonso, Serrinha, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Guanambi, Ilheus, Itabuna, Porto Seguro, Itamaraju e Teixeira de Freitas também se mobilizaram.

Cerca de vinte mil pessoas compareceram à passeata no centro de Salvador.  As atividades deste dia marcam o início de muitas atividades que virão. Os trabalhadores não queriam aceitar calados o golpe e as reformas bancados pelas indústrias, segundo eles. Mas muitas manifestações vêm ocorrendo sem acordar o povo nem sensibilizar o governo.  O futuro do país é incerto.

Para Cedro Silva, presidente da CUT/BA, a classe trabalhadora está sendo chamada a lutar pelos seus direitos. “A Reforma Trabalhista significa o aumento da precarização do trabalho. As centrais sindicais estão unidas para revogar todas essas medidas, o que só poderá acontecer se elegermos em 2018 um presidente que se comprometa com isso. A televisão  está incutindo na cabeça das pessoas que a Reforma Trabalhista está gerando emprego, mas ela oficializou o bico. É o fim do 13º, das férias, da previdência”, lembrou.

Walter Takamoto, da Frente Brasil Popular, afirmou que o Dia Nacional de Lutas também tem a intenção de preparar uma greve geral, que será organizadas pelas centrais e os movimentos sindicais e populares. “Queremos fazer uma greve mais forte que a de abril. As centrais e os sindicatos estão mobilizando suas categorias  para que o governo não acabe com as entidades de classe com o fim do imposto sindical. Os empresários e o governo Temer querem desarticular os sindicatos para impor as medidas da Reforma Trabalhista”, completou.

 

Por Alessandra Aquino/ Foto; Fernando Costa da Silva            


Seminário Reforma Trabalhista e Negociação Coletiva

assista o vídeo
.
.