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sexta-feira, 30 de junho de 2017

PASSEATA NO CAMPO GRANDE REÚNE MAIS DE VINTE MIL PESSOAS


A passeata que ocorreu na sexta-feira (30/6), do Campo Grande à praça Castro Alves, contou com a presença de mais de vinte mil pessoas, que gritavam “Fora Temer!” e “Diretas já!”, segurando cartazes contra as  reformas propostas no Congresso Nacional e manifestando-se por mudanças profundas na política brasileira. O SINTERP/BA, que conclamou os Radialistas baianos a pararem nesse dia de Greve Geral,  esteve presente,  representado por seus diretores.  Participaram da passeata movimentos populares, sindicalistas e cidadãos que não têm envolvimento com nada relacionado à militância política, mas que, pela indignação causada por tanta impunidade e vergonhosa corrupção, decidiram sair às ruas e dizer “Chega!” ao governo Temer, que já se tornou asqueroso ao povo brasileiro.

Cedro Silva, presidente da CUT/BA declarou que esse 30/6, na Bahia, foi um sucesso. “Salvador e região metropolitana estão mobilizadas e a população está compreendendo o Fora Temer, comprovado pela aceitação de 4% desse presidente, segundo o Datafolha.   Nunca vi, na história do Brasil, um governante se sustentar sem a anuência da população. Se ele não sair vai ser criada uma verdadeira conturbação  social”, completou.

 Para Walter Takamoto, coordenador da Frente Brasil Popular, não se pode aceitar que um Congresso envolvido em  corrupção queira votar reformas que acabam com a aposentadoria e os direitos dos trabalhadores. “A greve de hoje foi convocada pelas centrais sindicais, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo, para impedir a aprovação da Reforma Trabalhista  e da Previdência e exigir a saída de Temer , com eleições diretas, para o Brasil voltar a ter normalidade e justiça social”, concluiu.

 O membro da Frente Brasil Popular, Júlio Fisherman, acredita que se todas as pessoas se envolvessem e tomassem como agenda a participação nas passeatas e movimentos que estão ocorrendo, essa pauta regressiva em pontos sociais, já teria sido suspensa. “Se a população dedicasse tempo e energia para combater  o que está acontecendo na política brasileira estaríamos em outro momento político e esse governo nem estaria aí. O povo se expressa pelo facebook, pelo whatsapp, mas precisa também ir pros lugares, levantar suas bandeiras. É fundamental colocar gente na rua para demonstrar a nossa insatisfação”, revelou.

 A noite caiu e a manifestação ia solta pela Avenida Sete de Setembro. Estudantes, trabalhadores, aposentados  e donas-de-casa decretavam o fim do governo Temer e exigiam Eleições Diretas. Só nos resta saber  a resposta do Planalto. Por quanto tempo vão insistir e fingir que não existe essa morte anunciada?


Seminário Reforma Trabalhista e Negociação Coletiva

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